segunda-feira, 5 de junho de 2017

Os Estados do Conselho de Cooperação do Golfo liderados pela Arábia Saudita arruinar-se-ão até o esquecimento”


texto de Moon of Alabama, tradução de btpsilveira

Encorajada pelos Estados Unidos, a Arábia Saudita deslanchou uma campanha para finalmente subjugar o Catar até a condição de estado cliente. O plano chegou agora ao seu clímax. O Barein, o Egito, os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita cortaram todos os laços com o Catar.

Foram fechados todos os espaços aéreos e navais para o tráfego catari e as rotas terrestres foram cortadas. Os nacionais do Catar têm que deixar esses países dentro de 14 dias. Aos diplomatas Cataris foram dadas apenas 48 horas para que se retirem.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

TRUMP: no Titanic, dançando entre Lobos

texto por The Saker, tradução de btpsilveira
 
Robert Fisk foi preciso: “Trump está prestes a bagunçar tudo no Oriente Médio”. Na sequência de sua decisão monumentalmente estúpida de atacar o exército da Síria com mísseis de cruzeiro, ou Trump ou (devo dizer) as pessoas que tomam as decisões por ele, provavelmente já entenderam que é “fim de jogo” para qualquer política que tenha a ver com os Estados Unidos no Oriente Médio e assim eles fizeram a única coisa que podiam: correr para os braços daqueles que estão felizes com a agressão contra a Síria: os sauditas e os israelenses. Não é preciso dizer que tais “aliados”, que atualmente representam um simulacro de “política externa dos EUA” no Oriente Médio só poderão causar situações que vão do ruim para o péssimo.

sábado, 6 de maio de 2017

Porque os EUA jamais vencerão no Afeganistão.

 
Trump quer uma nova escalada afegã. Isso é uma ideia terrível – alguém precisa esclarecer ao presidente que ele nunca vencerá no Afeganistão.


Texto de Douglas Wissing, tradução de btpsilveira


O Comboio de MRAPs (veículos especialmente construídos para resistir a minas terrestres caseiras – NT) se arrasta através da paisagem lunar da província de Helmand no centro do Afeganistão, epicentro da guerra inútil que os EUA travam há meio século para reconstruir o Afeganistão à sua própria imagem. Gerações de pensadores e soldados norteamericanos pretendiam transformar essa terra austera em um celeiro e bastião para os valores democráticos. Em vez disso, criaram a maior plantação de papoulas para colheita de ópio do mundo e o coração da insurreição Talibã, cada vez mais próspera.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Lamentar, trapacear ou comandar

Opções de Putin, ante a junta militar que governa os EUA 

11/4/2017, John Helmer, 
Dances with Bears, Moscou – tradução: Coletivo Vila Vudu.



Como governar um país que é alvo de guerra dos doidos que chefiam uma junta militar em outro país?


Não estou perguntando sobre as opções de Joseph Stalin em agosto de 1939, antes que ele e Adolph Hitler decidiram-se a favor de uma trapaça, para Stálin ganhar tempo, a qual ficou conhecida como Pacto Alemão-Soviético de Não Agressão. Tampouco estou perguntando sobre Bashar al-Assad e Síria, nem sobre Kim Jong-un e Coreia do Norte.

Resultado de imagem para trump vs the worldTrump, meu rei: você não pode brigar contra o mundo inteiro

texto de Eric Margolis, tradução de btpsilveira

Abril de 2017 "Information Clearing House" – Talvez nosso presidente dos EUA creia que obteve uma vitória espetacular sobre aqueles malvados bandidos da Síria, por ter despejado alguns mísseis de cruzeiro contra uma de suas bases semidesérticas. Talvez Trump esteja acreditando que deixou os diabos russos tremendo de medo e levou aqueles chineses em sampans (barco rústico usado na China, feito de três pranchas de madeira e impulsionado a remo – aqui usado pelo autor significando que Trump acredita que os chineses são primitivos. A palavra tem origem no cantonês sam[três]/bam[pranchas] – NT) à mais submissa obediência.
O consumo na Coreia do Norte: O centro comercial de Kwangbok
 
por Ruediger Frank – publicado originalmente no site resistir.info

A constante enxurrada de desinformação e calúnia contra a República Democrática e Popular da Coreia intensifica-se na imprensa corporativa.   Servis à batuta do império norteamericano estes media fazem tudo o que podem para demonizar um governo que quer viver pacificamente.   Agências de notícias e jornalistas presstitutos esmeram-se em propalar todas as invencionices dos serviços secretos da Coreia do Sul, até as mais inverossímeis.   Ao mesmo tempo, procuram ocultar os grandes feitos de um povo admirável.   Mesmo com o boicote a que é submetida, a RDPC conseguiu um nível de desenvolvimento técnico e científico que se equipara mesmo ao de países desenvolvidos e um padrão de vida para o seu povo que sobe a olhos vistos – apesar da colossal quantidade de recursos que, diante do belicismo norteamericano, o país é obrigado a desviar para a sua defesa.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Problemas e futuro da cooperação inter-regional China-Rússia 

25/4/2017, Wan Qingsong,* Valdai Discussion Club Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu.


Entreouvido na Vila Vudu:


A quem diga que 'isso aí não me interessa', responda:

"Interessa, sim senhor, e muito! Porque: (a) São notícias do mundo multipolar. E se é mundo multipolar interessa muito mais, em todos os casos, que os problemas do mundo unipolar dependente do dólar e de Wall Street. Porque: (b) Aí se trata de construir integração entre "regiões não adjacentes", quer dizer, construir integração necessária para finalidades POLÍTICO-ESTRATÉGICAS, não integração determinada por destino geográfico. E porque: (c) Em todos os casos, essa discussão sempre interessará muito mais que o opininionismo tosco e tendencioso do 'jornalismo' Br-17, q só repete baboseiras das redes norte-americanas sobre eleições na França, ou 'noticiário' suposto 'local' e elucubrações sobre o que algum golpista diz-que pensa sobre Constituição e Lei."
________________________________________

Componente crucial da parceria estratégica abrangente russo-chinesa, a cooperação regional é ponto focal para os dois países e recebe o indispensável apoio das autoridades locais e da alta cúpula do governo dos dois países. Assim, a cooperação regional tem enorme potencial em termos do desenvolvimento de relações bilaterais.