sábado, 22 de abril de 2017

Ucrânia, Coreia, Irã, Síria… Tio Sam luta falsificando a história
 Ukraine, Korea, Syria, Iran… Falsifying History is Uncle Sam’s Way to War
Texto de Finian Cunningham, tradução de btpsilveira

No discurso pronunciado pelo presidente Vladimir Putin no Fórum Internacional do Ártico, ele ressaltou os perigos reais e presentes apresentados pela falsificação da história. Afirmou que esta distorção deliberada da história corrói a lei e a ordem internacional, criando caos e levando a conflitos futuros.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

O exército japonês pode escolher o caminho da guerra

Texto de Ivan Konovalov, Katehon, tradução de btpsilveira


Continua crescendo a crise entre EUA e Coreia do Norte (CN). Nem Washington nem Pyongyang mostram qualquer vontade de ceder seja no que for. A retórica ameaçadora entre os dois países se torna cada vez mais agressiva. O vice presidente Mike Pence disse que a “paciência estratégica” de seu país chegou ao fim e que o presidente Trump está mandando mais porta aviões dos Estados Unidos para as proximidades da Península Coreana. Como resposta, o exército da CN continua a testar mísseis balísticos e preparando outros testes de armas nucleares. 
Resultado de imagem para Libya's slaves tradeO último país “libertado” pelo ocidente de um ditador “demoníaco” agora trafica escravos abertamente

texto de Carey Wedler, tradução de btpsilveira

bril de 2017 – Information Clearing House – É amplamente sabido que a intervenção da OTAN, liderada pelos Estados Unidos para derrubar o regime de Muammar Kaddafi em 2011 resultou em um vácuo de poder que tem permitido que grupos terroristas como o Estado Islâmico ganhem uma ampla cabeça de ponte no país.
“O rio é vida” – No Brasil, uma fotógrafa entre os Awaretês

Alice Kohler compartilha fotos e reflexões de sua estadia na bacia do Rio Xingu na Amazônia Brasileira.
An Araweté man living in the Xingu river basin in Para, Brazil.

Um índio Awaretê que vive na bacia do rio Xingu, no Estado do Pará, Brasil. Fotógrafa: Alice Kohler.


30 de março de 2017 - Texto de David Hill, tradução de btpsilveira

Alice Kohler é uma fotógrafa brasileira que já visitou mais de 20 países durante sua carreira. No Brasil, em particular, ela tem viajado para as partes mais remotas da bacia do Amazonas e passou muito tempo entre muitos povos indígenas do país, entre eles os Awaretês, Asurinis, Guaranis, Kamayurás, Carajás, Caiapós, Cuicuros, Parakanãs, Parecis, Xavantes e Yavalapitis.

terça-feira, 18 de abril de 2017

A handout photo made available by Syrian Arab NewsA mãe de todas as hipocrisias

texto de Robert Fisk, tradução de btpsilveira

Abril de 2017 – Information Clearing House – The Independent – Falamos da mãe de todas as hipocrisias. Algumas crianças sírias mortas importam, penso. Outras não. Um assassinato em massa duas semanas atrás matou crianças e bebês e levou nossos líderes a mais justa indignação. Mas o massacre deste final de semana na Síria matou ainda mais crianças e bebês – e mesmo assim não gerou mais que silêncio daqueles que antes bradaram pela salvaguarda de nossos valores morais. Por que desta vez não?

sábado, 15 de abril de 2017

Um governo de Cretinos

texto de Paul Craig Roberts, traduzido por btpsilveira

Está se tornando embaraçoso ser (norte)Americano. Nosso país teve quatro presidentes em sucessão, todos criminosos de guerra. Clinton lançou dois ataques militares contra a Sérvia, ordenando que a OTAN bombardeasse a antiga Iugoslávia duas vezes, em 1995 e 1999, cometendo assim dois crimes de guerra.

George W. Bush invadiu o Afeganistão e o Iraque e atacou províncias do Paquistão e do Iêmen pelo ar. Quanto a Bush, são então quatro crimes de guerra. Obama usou a OTAN para destruir a Líbia e mandou mercenários para destruir a Síria, cometendo desta forma dois crimes de guerra. Trump atacou a Síria com as forças dos Estados Unidos, cometendo assim um crime de guerra logo no início de seu regime.

China e Coreia do Norte: Cálculo errado de Trump pode desencadear a guerra. Veja porquê
 
O presidente pensa que pode blefar com os chineses e que um ataque contra a Coreia do Norte terá consequências limitadas. Está errado nas duas conclusões.

Texto de Alexander Mercouris, The Duran, trad: btpsilveira


Enquanto a marinha dos Estados Unidos se aproxima da península coreana, a Coreia do Norte (CN) ameaça contra-atacar as bases dos EUA e contra a Coreia do Sul (CS) e a China alerta para a possibilidade de guerra, a pergunta ainda sem resposta é: existe realmente uma estratégia por trás desses movimentos?