quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

A rebelião dos coiotes nos Estados Unidos

por Dmitriy Sedov, traduzido por btpsilveira
Os coiotes são pequenos lobos (norte)americanos que vivem em grande número por todos os cantos do país e dos quais a população não gosta muito. Eles têm o desagradável costume de atacar transeuntes, ciclistas e crianças. Remexem nas latas de lixo e roubam comida nas fazendas. O uivo dos animais é considerado um som desagradável pela maioria da população. Os animaizinhos têm ainda o costume de acasalar com grandes cães abandonados, gerando uma criatura chamada nos EUA de “Coydog”. O híbrido resultante é ainda mais perigoso.

Resultado de imagem para coiotesA imprensa prostituta (norte)Americana está se voltando violentamente contra o presidente Donald Trump e isso pode, com alguma audácia, ser chamado de uma rebelião de coiotes. Os trabalhadores nessa imprensa vivem seja lá do que lhes for possível apanhar, e sentiram o cheiro de uma carniça gorda. O cadáver do novo presidente promete render uma recompensa enorme. De quem? Ora, do celebrado “mestre das revoluções coloridas”, e ilustre especulador financeiro George Soros, que anunciou recentemente que a guerra secreta contra Trump está se movendo para uma fase de conflito aberto.
Os principais adversários no novo presidente são os homens por trás das grandes movimentações das finanças globais, a maioria (norte)americanos, para os quais qualquer salvaguarda das indústrias nacionais através de medidas protecionistas são um veneno mortal. Seja lá onde for que existam boas proteções dos interesses nacionais, com canais que possibilitem ou restrinjam o movimento de capital, eles se veem em perigo mortal. É por isso que Soros deu uma entrevista para a agência de notícias Bloomberg em Davos, neste ano, destinada a destruir as esperanças de Trump de um renascimento da indústria (norte)americana. Os gatos gordos dos Estados Unidos não precisam nem querem saber desse tipo de renascimento, e por isso, os protestos irromperam através do país.
Duas forças principais emergem da iminente revolução:
- a imprensa (norte)Americana, que está na folha de pagamento desses gatões; e
- uma claque profissional, cujo tamanho é descaradamente exagerado pela imprensa prostituta.
Em 22 de janeiro, os coiotes organizados da imprensa organizaram mais uma história falsa, dizendo que 2.5 milhões de pessoas participaram de protestos pelo mundo. Um ou dois zeros podem ter sido acrescidos a este número.  Ninguém contou o número de pessoas protestando pelo mundo afora, daí é possível mentir tranquila, impunemente.
A imprensa está mentindo abertamente quanto ao número de pessoas que sup0ostamente estariam protestando nas ruas de cidades (norte)americanas, da mesma forma que mentiu sobre o número de pessoas na posse de Trump. Apareceram fotografias nos grandes jornais dos EUA mostrando a área reservada para convidados em frente ao prédio do Capitólio virtualmente vazia durante a fala presidencial.
Trump tem se preservado até agora, enviando seu porta voz para fazer um trabalho de Relações Públicas, na tentativa de lembrar à imprensa sua responsabilidade perante o país.
Todavia, nem tudo é assim tão inofensivo. As ideias estão fermentando entre uma multidão mobilizada que poderia, eventualmente, levar uma quantidade realmente grande de pessoas para as ruas.
Afinal, fica parecendo que:
- Trump tem uma tendência de ser hostil com as mulheres em geral, porque pretende restringir o direito ao aborto e impedir as companhias de saúde de distribuir pílulas anticoncepcionais gratuitamente;
- advoga a violência;
- é racista;
- não gosta de homossexuais, lésbicas ou transexuais;
- tem mostrado ser religiosamente intolerante;
- é contra os imigrantes;
- se opõe aos acordos sobre o clima;
- detesta pessoas de cor;
- e por aí vai e vai…
Os coiotes da imprensa dos Estados Unidos estão uivando essas besteiras sem parar em todos os canais de TV do país. Depois de ouvir seus uivos repetidos, muitas pessoas começam a dizer aos seus botões: acho que está mesmo acontecendo uma conspiração contra todos nós.
A cantora Madonna, em uma das “marchas femininas”, berrou pelo microfone: “você está pronta para abalar o mundo?”, para ver a multidão hesitar envergonhada ao vê-la gritar a seguir, de dentro de sua armadura de piercings: “F...m-se vocês!”
Impressionantemente, muitos desses protestos estão sendo conduzidos por celebridades. Para eles, trata-se também de um bom negócio. E bota bom nisso.

Aparentemente, os organizadores da Maidan (norte)americana pretendem leva-la até seu fim amargo e desastroso. Claro que os coiotes e “ativistas” que estão trazendo as pessoas para as ruas serão regiamente recompensados.
The Coyote Uprising in AmericaAté agora, Trump parece confiar na sobriedade de julgamento do povo dos Estados Unidos, esperando que o incêndio da revolta não se espalhe pelo resto do país. Afinal de contas, a maioria das acusações contra ele ou são falsas ou desproporcionalmente exageradas. Muito provavelmente, a administração Trump deverá levar às barras dos tribunais os meios da mídia (norte)americana que colaboraram para espalhar deliberadamente notícias que sabiam falsas sobre o presidente dos EUA. Entretanto, os tribunais do país são completamente imprevisíveis.
A única maneira que Trump terá para lutar contra essa “revolução colorida” parece ser uma convocação para que seus apoiadores organizem contramanifestações, como têm feito lideranças de grande número de outros Estados.
De qualquer forma, confiar na própria sorte ou no bom senso dos (norte)americanos, não é o suficiente. Ou pode não ser. Caso o presidente Trump deixe Soros e seus coiotes agirem livremente, são grandes as possibilidades de que seja jogado no lixo da história dos EUA.


 http://www.strategic-culture.org/news/2017/01/26/coyote-uprising-america.html 

Nenhum comentário:

Postar um comentário